Além da leitura: 10 brincadeiras que começam nos livros

Dez brincadeiras simples para a história continuar depois do livro fechado: reconto, sombras, mapas, sons e personagens, sem transformar a leitura em tarefa.

Símbolo da Boom Clap, duas mãos batendo palmas

Escrito por
Equipe Boom Clap

João Aguiar, revisor de conteúdo da Boom Clap

Revisado por
João Aguiar

·

16 minutos
Mãos de criança e adulto brincando numa cidade de papelão com carrinho e ponte de madeira

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Você termina a história, fecha o livro e percebe que a criança continua naquele mundo. Ela imita um personagem, aponta para uma caixa que poderia virar uma casa ou decide que o corredor agora é uma floresta.

Pronto: a leitura encontrou a brincadeira.

Esse encontro não exige uma atividade preparada, materiais novos ou uma sala que pareça cenário de escola. Muitas vezes, começa com uma pergunta, uma voz diferente ou um objeto que já estava por perto. O livro oferece uma ideia; a criança faz o resto, inclusive alterações no roteiro que o autor provavelmente não previu.

Mas existe um cuidado importante: nem toda leitura precisa terminar em uma brincadeira ou produção. A criança pode ouvir a história, gostar e seguir para outra coisa. Sem desenho obrigatório, sem perguntas para conferir atenção e sem entregar um relatório sobre o dragão.

A leitura já tem valor como experiência de linguagem, imaginação, convivência e contato com a arte. Graça Paulino, no verbete “Leitura literária” do Glossário Ceale (UFMG), destaca a dimensão artística e cultural da leitura literária. Essa perspectiva ajuda a preservar o livro como experiência, sem exigir que ele sempre sirva de preparação para um exercício.

As dez propostas a seguir são convites. Você pode escolher uma, adaptar ou guardar para outro dia. O objetivo é oferecer possibilidades para a história continuar, respeitando o interesse da criança e a realidade da família.

Antes de brincar, observe o que despertou interesse

Às vezes, o adulto prepara uma atividade sobre o personagem principal, mas a criança quer saber do cachorro que apareceu numa única ilustração. É um lembrete útil: ela também escolhe o que merece atenção.

Antes de propor alguma coisa, observe os comentários, os gestos e as páginas que ela pede para rever. Uma imagem pode despertar mais curiosidade do que o enredo inteiro. Uma palavra engraçada pode render uma brincadeira maior do que o final da história.

Beatriz Cardoso, no verbete “Mediação literária na Educação Infantil”, destaca possibilidades de conversa sobre diferentes dimensões do texto. Em casa, isso pode acontecer quando o adulto escuta e acompanha a participação da criança, sem conduzir todas as respostas.

Você pode perguntar: “Quer brincar com essa ideia?”. Se ela não quiser, aceite. Se inventar outra proposta, veja como participar.

As sugestões abaixo não são uma sequência para cumprir. São caminhos para experimentar quando o encontro com a história pede mais um pouco de tempo.

1. Recontar usando objetos da casa

Escolha poucos objetos para representar elementos da narrativa. Uma colher pode virar personagem, uma almofada pode ser uma montanha e uma caixa pode representar uma casa.

Coloque tudo num espaço acessível e comece: “Quem morava aqui?”. Deixe a criança movimentar os objetos e contar o que lembra. Para os menores, apontar, produzir um som ou levar um objeto de um lugar para outro já pode ser sua forma de participar.

Um conjunto de animais de brinquedo com peças grandes, adequado à idade, pode entrar no reconto quando combina com a história. Não é necessário comprar figuras para representar cada personagem: a imaginação aceita substitutos com uma facilidade admirável.

Se a criança misturar acontecimentos, você pode distinguir com delicadeza: “No livro aconteceu assim. Na nossa brincadeira, você quer fazer diferente?”. Isso preserva a narrativa original e reconhece a criação.

Quando a intenção for recordar a obra, voltem às páginas para consultar. Quando for inventar, deixem espaço para novas cenas.

O adulto ajuda escutando e participando. Não precisa fiscalizar a ordem dos acontecimentos como quem confere conexão de voo.

2. Fazer um pequeno teatro de sombras

Criança de costas observando sombras de pássaro e casinha numa parede iluminada por lanterna
Quando a luz acende, a imaginação entra em cena. Imagem ilustrativa gerada por IA | Acervo Boom Clap.

Uma história pode ganhar outra aparência quando os personagens aparecem como sombras. Numa parede livre, experimente formas com as mãos: um pássaro, uma boca que fala ou algo que vocês decidam inventar.

Uma lanterna LED simples, usada pelo adulto, pode produzir a luz necessária. Mantenha o equipamento sob seu controle, sem direcionar o feixe para os olhos, e deixe o ambiente suficientemente iluminado para circular.

Não é preciso criar uma apresentação completa. Uma cena curta já basta: alguém chega, pergunta alguma coisa e vai embora. A criança pode fazer a voz, escolher o nome da figura ou apenas observar.

Se vocês quiserem usar silhuetas de papelão, o adulto prepara os recortes. A criança pode ajudar a escolher as formas e os movimentos.

O teatro de sombras também permite brincar sem copiar a aparência das ilustrações. Um personagem pode ser representado apenas por um contorno.

E, se o coelho ficar parecendo uma batata com orelhas, vocês ganharam um personagem original. A crítica especializada ainda não chegou à sala.

3. Desenhar um detalhe que quase passou despercebido

Em vez de pedir “faça um desenho da história”, proponha algo mais aberto: “Qual detalhe você gostaria de desenhar?”.

Pode ser a janela de uma casa, um caminho, uma roupa, um objeto ou um lugar que não apareceu nas ilustrações. A criança também pode desenhar algo que imaginou enquanto ouvia.

Um giz de cera grosso indicado para a faixa etária pode ser uma opção para os pequenos, com acompanhamento e uso conforme a embalagem. Para eles, linhas, manchas e marcas podem ser mais importantes do que representar uma figura reconhecível.

Crianças maiores podem explorar um conjunto de lápis de cor, se já houver interesse por detalhes. Os materiais que a família possui também servem.

Evite pedir que o desenho fique igual ao livro. A proposta é criar, não reproduzir uma imagem com precisão.

Você pode perguntar: “Quer me contar sobre isso?”. Se a criança quiser, escute. Se não quiser, deixe o desenho existir sem apresentação oral.

A participação do adulto aparece no interesse pelo processo. Não precisa corrigir cores, completar figuras ou descobrir imediatamente o que cada marca representa.

4. Construir um cenário com caixas e blocos

Depois de uma história que se passa numa casa, cidade, floresta ou outro lugar, convide a criança a construir um espaço para brincar.

Comece com poucas caixas limpas, sem grampos expostos ou bordas cortantes. Posicione-as no chão e observe o que ela quer fazer. Uma construção pequena pode render bastante brincadeira.

Um kit de blocos de montar grandes, apropriado à idade, pode acrescentar paredes, pontes e caminhos. Escolha peças compatíveis com quem vai participar, considerando também irmãos menores que possam acessar o material.

O adulto prepara recortes e outras alterações que exigem ferramentas. A criança pode decidir onde fica a entrada, qual caixa representa um prédio e como os personagens circulam.

Não tome o projeto inteiro para deixar tudo mais bonito. Se ela diz que uma caixa é uma floresta, essa floresta não precisa de vinte árvores decorativas para ser aceita.

Perguntas simples ajudam a continuar: “Como alguém chega aqui?” ou “Onde esse personagem vai descansar?”.

O cenário pode mudar durante o uso. A casa vira barco, o barco vira loja e, quando você percebe, o reino abriu uma filial.

5. Brincar de conversar com um personagem

Fantoche de raposa e ursinho segurados por adulto e criança sobre uma mesa com livro aberto
Hoje a história trouxe visita. Imagem ilustrativa gerada por IA | Acervo Boom Clap.

Escolha um personagem que despertou curiosidade e imagine que ele veio visitar a família. O que gostaria de perguntar? O que ele responderia?

Um fantoche de mão adequado à idade pode representar esse visitante. Outra possibilidade é usar um brinquedo que já existe ou apenas uma voz.

O adulto pode começar com uma pergunta fácil: “Você veio de longe?”. Depois, deixe a criança conduzir parte da conversa. Ela pode querer saber o que o personagem come, onde dorme ou se também precisa guardar os brinquedos.

Para quem ainda fala pouco, aceite respostas com movimentos, sons e expressões. Faça pausas e dê tempo para participar.

Essa brincadeira não precisa servir para ensinar uma lição. O personagem pode simplesmente conversar, pedir ajuda ou contar uma situação engraçada.

Maria Elisa de Araújo Grossi, no verbete “Contação de histórias”, apresenta a contação como uma arte que pode ser desenvolvida por quem aprecia narrativas e deseja se envolver com elas. Em casa, brincar com vozes pode começar desse envolvimento, sem exigir atuação profissional.

O segredo é entrar no encontro, não acertar uma interpretação perfeita.

6. Inventar os sons de uma cena

Uma página com chuva, passos, vento ou movimento pode inspirar sons produzidos com a voz e o corpo.

Vocês podem bater suavemente os dedos nas pernas para representar gotas, usar palmas para marcar passos ou experimentar um sopro para o vento. Pergunte: “Que som você colocaria nessa parte?”.

Um instrumento de percussão infantil indicado para a idade, sem componentes soltos e usado conforme as orientações do fabricante, pode acrescentar outra possibilidade. Voz e gestos, porém, já sustentam a proposta.

Mantenha o volume confortável. Se a criança não gostar do som ou preferir observar, adapte. A participação não exige acompanhar uma pequena banda doméstica.

Leia um trecho curto enquanto ela escolhe o efeito. Depois, troquem: a criança aponta a cena e o adulto cria o som.

Não existe uma única resposta certa para uma situação imaginada. Uma chuva pode ser suave, rápida ou muito engraçada.

O objetivo é experimentar. Se o vento lembrar um adulto procurando o celular pela casa, vocês talvez tenham encontrado uma referência bastante realista.

7. Brincar com cantigas, parlendas e poemas

Os versos podem convidar a repetir palavras, experimentar gestos e perceber ritmos. Escolha um texto curto de que vocês gostem e leia em voz alta.

Um livro de parlendas e cantigas pode ampliar o repertório da família. Antes de escolher uma edição, observe os textos, as ilustrações e a vontade de compartilhá-la. Um livro só funciona na rotina quando alguém quer abri-lo.

Vocês podem marcar o ritmo com as mãos ou criar um gesto para uma palavra. A criança pode participar apenas de uma parte, pedir repetição ou ouvir.

No verbete “Poesia infantil” do Glossário Ceale, Maria Zélia Versiani Machado retoma estudos de Maria da Glória Bordini sobre as vivências que o texto poético oferece à criança. Essa perspectiva permite explorar a poesia sem reduzi-la a localizar palavras que rimam.

Não é necessário decorar. Também não é preciso transformar todo poema em canção.

Se surgir uma lembrança de infância, compartilhe: “Eu conhecia essa quando era pequena”. A leitura pode aproximar gerações por meio de palavras que continuam circulando.

8. Criar um mapa para uma aventura

Mãos de criança desenhando um mapa com giz de cera enquanto um adulto aponta um lugar
O caminho pode levar aonde a criança imaginar. Imagem ilustrativa gerada por IA | Acervo Boom Clap.

Uma história com deslocamentos pode inspirar um mapa inventado. Onde começa o caminho? Que lugares aparecem? Aonde vocês querem chegar?

Uma folha grande de papel para desenho permite criar o percurso no chão ou numa mesa. Faça traços simples e deixe a criança acrescentar lugares.

O mapa não precisa reproduzir exatamente o livro. Pode representar a versão de vocês, com uma casa, um rio, uma ponte ou uma parada que não existia na obra.

Para os pequenos, dois ou três pontos já podem sustentar a brincadeira. Eles podem movimentar um brinquedo entre esses lugares ou indicar o destino com o dedo.

Crianças maiores podem acrescentar símbolos e nomes, se quiserem. Um adulto pode escrever o que for ditado, sem exigir escrita independente.

Converse sobre as escolhas: “Por onde vamos passar?”. Evite transformar a proposta num teste de orientação.

O mapa pode ser usado em outro dia ou guardado depois. E, se aparecer uma parada para lanche, vale respeitar o planejamento. Aventuras também precisam de infraestrutura.

9. Inventar uma cena que não está no livro

Depois de uma história conhecida, pergunte: “O que você acha que aconteceu no dia seguinte?”. Ou: “Como seria se outro personagem chegasse?”.

A criança pode criar uma frase, um gesto ou uma sequência inteira. Não é necessário elaborar um novo livro.

Um caderno de desenho sem pauta pode guardar algumas invenções, caso exista vontade de registrá-las. A criança desenha, o adulto escreve o que ela dita ou vocês simplesmente conversam.

Deixe clara a diferença entre a obra e a criação familiar: “Essa parte foi inventada por nós”. O novo trecho não precisa substituir o final original nem ser considerado melhor.

Também não precisa produzir uma mensagem educativa. A cena pode ser engraçada, estranha ou tranquila.

Um personagem corajoso pode querer descansar. Uma aventura pode terminar numa conversa. O vilão pode descobrir que trabalhar dá mais serviço do que fazer discurso.

O adulto participa quando oferece espaço para imaginar e escuta sem corrigir tudo. A história começa a ganhar outros caminhos, e a criança experimenta o prazer de criar.

10. Levar a história para uma brincadeira de movimento

Uma narrativa pode inspirar movimentos simples: caminhar como alguém que procura um lugar, esticar os braços como uma árvore ou levar um objeto até uma casa imaginária.

Prepare um espaço livre e adapte a proposta à criança. Não é preciso subir em móveis, saltar obstáculos ou transformar a sala numa pista de treinamento.

Um kit de formas grandes de feltro, apropriado à idade e sem partes pequenas, pode representar lugares ou elementos da brincadeira. Observe se o material permanece seguro no piso e evite qualquer peça que favoreça escorregões.

A criança também pode participar sentada, apontando caminhos ou movimentando um brinquedo. Não há obrigação de executar a cena com o corpo inteiro.

A BNCC reconhece brincar, explorar, participar e expressar-se entre os direitos de aprendizagem na Educação Infantil. O campo de experiências “Escuta, fala, pensamento e imaginação” também ajuda a compreender as relações entre narrativas e experiências infantis, sem exigir que a família reproduza uma aula em casa.

Comece com poucos movimentos e acompanhe o interesse. Quando a brincadeira mudar ou terminar, o plano pode terminar junto.

Como saber se você está ajudando em casa

Você não precisa aplicar todas essas propostas para oferecer uma boa experiência. Ler com atenção, permitir escolhas e reconhecer diferentes formas de participação já fazem parte desse acompanhamento.

Se a criança aponta uma imagem, comenta uma cena ou pede uma repetição, você pode responder e continuar. Se prefere apenas ouvir, esse modo de participar também merece espaço.

Aqui em casa, o nosso filho mais novo compartilhou a mesma história em momentos diferentes: comigo, com o pai e com a irmã. Ele observou as imagens, apontou detalhes e quis explorar o livro. A irmã também participou, desenhando.

A experiência não precisou acontecer toda de uma vez. Cada encontro teve seu jeito, conforme a disponibilidade e a participação de quem estava ali.

Isso pode tranquilizar pais, mães e responsáveis: não é necessário organizar um evento para cada livro. As histórias podem circular entre as pessoas e encontrar lugar em momentos pequenos.

As brincadeiras propostas aqui podem dialogar com linguagem, expressão e imaginação. Não são garantia de desempenho escolar nem substituem orientações da escola. Seu valor está também no encontro e na liberdade de experimentar.

E, quando o livro fechar sem render nenhuma atividade, não ficou faltando uma etapa. Às vezes, a criança só queria ouvir uma boa história.

Nós, adultos, também temos esse direito. Só esquecemos porque inventamos tarefa até para descansar.

Perguntas frequentes

Preciso brincar depois de toda leitura?

Não. As brincadeiras são possibilidades para quando há interesse. A criança pode ouvir a história, observar as imagens e encerrar a experiência ali. Não é necessário produzir algo para demonstrar que a leitura teve valor. Faça convites, aceite recusas e preserve também momentos em que vocês apenas compartilham um livro, sem perguntar o que será feito depois.

Essas propostas ajudam na aprendizagem?

Elas podem oferecer experiências com linguagem, imaginação, expressão e convivência, mas não garantem resultados específicos nem substituem o acompanhamento escolar. O adulto pode observar a participação e conversar com a escola quando precisar de orientação. Em casa, mantenha o caráter de brincadeira, evitando transformar cada proposta em exercício com respostas obrigatórias ou avaliação de desempenho.

Como adaptar para uma criança que ainda fala pouco?

Ofereça maneiras de participar com gestos, sons, movimentos e escolhas. Ela pode apontar um personagem, entregar um objeto ou acompanhar uma voz. Faça pausas e espere, sem exigir palavras. Escolha materiais apropriados à idade e acompanhe o uso. O importante é que a proposta permita participação, em vez de depender de uma habilidade que a criança ainda está construindo.

Posso deixar a criança mudar a história?

Sim, quando a intenção é inventar ou brincar. Você pode diferenciar o que aparece no livro e o que foi criado por vocês. Se quiserem recordar a narrativa original, consultem as páginas juntos. Essa distinção permite preservar a obra e, ao mesmo tempo, reconhecer as ideias da criança, sem tratar toda alteração como um erro.

Preciso comprar os produtos mencionados?

Não. Voz, gestos, caixas e materiais que a família já possui podem sustentar muitas propostas. Os produtos são opções para necessidades específicas, não uma lista obrigatória. Antes de comprar, confira idade indicada, acabamento e orientações de uso. Observe também se o material combina com os interesses da criança e com o espaço disponível em casa.

Quanto tempo a brincadeira deve durar?

Não existe uma duração única. Algumas propostas duram poucos minutos; outras continuam porque a criança quer repetir ou inventar novas cenas. Observe interesse, conforto e disponibilidade. Se precisar encerrar, avise e combine guardar os materiais. Não é necessário prolongar para tornar a experiência educativa nem concluir uma proposta que deixou de fazer sentido naquele momento.

E se a criança só quiser repetir o livro?

Você pode continuar oferecendo a história conhecida e apresentar outras possibilidades sem pressão. A releitura faz parte das práticas de leitura, como discute Ana Maria de Oliveira Galvão no verbete “Leitura intensiva”. Não retire um favorito apenas para forçar novidade. Repetir, descobrir e brincar podem coexistir, conforme os interesses da criança e os momentos da família.

Referências

Fontes consultadas em 30 de setembro de 2026.

  1. PAULINO, Graça. “Leitura literária”. Glossário Ceale. Belo Horizonte: Ceale/FaE/UFMG. Acessar.
  2. CARDOSO, Beatriz. “Mediação literária na Educação Infantil”. Glossário Ceale. Belo Horizonte: Ceale/FaE/UFMG. Acessar.
  3. GROSSI, Maria Elisa de Araújo. “Contação de histórias”. Glossário Ceale. Belo Horizonte: Ceale/FaE/UFMG. Acessar.
  4. MACHADO, Maria Zélia Versiani. “Poesia infantil”. Glossário Ceale. Belo Horizonte: Ceale/FaE/UFMG. Acessar.
  5. GALVÃO, Ana Maria de Oliveira. “Leitura intensiva”. Glossário Ceale. Belo Horizonte: Ceale/FaE/UFMG. Acessar.
  6. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Educação Infantil. Brasília: MEC. Acessar.

Comentários

Uma resposta para “Além da leitura: 10 brincadeiras que começam nos livros”

  1. […] Depois de um livro, espere para ver se a criança quer inventar outra cena. O portal já reúne brincadeiras que começam nos livros, com propostas para continuar a experiência sem transformar a leitura numa […]

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